domingo, 30 de dezembro de 2012

Amigos homenageiam Tio Mundinho e sua esposa Laura Fernandes Tôrres Pinto

Cerca de um mês após a morte de Edmundo Pinto Filho, mas conhecido como Tio Mundinho, a família e amigos ainda se perguntam porquê. O homem, que tinha orgulho de ser ourobranquense e dedicou a sua vida à família e acompanhou  com vigor o desenvolvimento de Ouro Branco, faleceu no dia 7 de novembro, deixando cinco filhos, um neto e um grande exemplo de humanidade e cidadania.
Tio Mundinho tinha 86 anos, nasceu em 6 de junho de 1926, natural de Ouro Branco, onde viveu com sua família e amigos. Sua trajetória como ourobranquense foi marcada pelo seu envolvimento humano e político com o cidadão e o crescimento da cidade, tendo atuado como vereador por dois mandatos.
Foi político atuante, contribuiu para a educação em Ouro Branco, participando de projetos para a implantação da Escola de Ensino Especial e verbas para a Creche Maria Firmina, criou o projeto Ilumina e telefonia para zona rural. Lutou pela aquisição de instrumentos para Associação Artístico Musical Santo Antônio de Ouro Branco

Laura - Sua esposa Laura Fernandes Tôrres Pinto morreu 31 de Janeiro de 2011, aos 75 anos. Ela era filho de Miguel Fernandes Torres (comerciante) e Maria de Aleluia Alves Tôrres (professora). Ela estudou no Colégio Providência, em Mariana e habilitou-se em Pedagogia, com especialização em supervisão, administração e inspeção escolar.

Ela também era natural de Ouro Branco e se casou com Edmundo Pinto Filho em 26 de julho de 1958. Iniciou sua carreira de educadora trabalhando para o serviço público do Estado de Minas Gerais, efetivando-se como professora primária em 1956, prestando serviços na Escola Estadual Cônego Luiz Vieira da Silva e na Escola Estadual Maria Auxiliadora Tôrres, aposentando-se neste cargo.

Exerceu também a função de supervisora pedagógica na Escola Estadual João XXIII e Escola Estadual José Brás dos Reis (CESEC). Participou do processo seletivo do Estado de Minas Gerais para  Diretores  e administrou a Escola Estadual João XXIII de 1991 a 1993. Aposentou-se em  2004. Aposentada, prestou serviços comunitários no Lar dos Idosos  e Creche Semente de Luz.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Ouro Branco fez 59 anos

O aniversario de 59 anos da emancipação política de Ouro Branco foi comemorado de forma intensa pela população. A prefeitura programou uma série de atividades para agradar a todos.
No sábado e domingo houve as finais dos campeonatos de futsal e Master e Sênior do Alto Paraopeba, além do encontro de Folia de Reis. A programação se estendeu pela segunda, terça e só terminou na quarta-feira, dia do aniversário da cidade.
Na quarta-feira, dia 12 de dezembro, feriado, os moradores puderam prestigiar, ao longo do dia, uma série de atividades sociais e recreativas. Entre elas, exposição dos veículos e máquinas adquiridos pela prefeitura, inauguração do bairro Campo Novo, missa de Ação de Graças pelo aniversário de Ouro Branco; entrega e bênção das 60 casas aos seus proprietários.
Além da tarde de lazer para as crianças, inauguração da academia ao ar livre na avenida Marisa Mendes, início do Natal de Luzes e do Presépio Municipal na praça Santa Cruz, além da partilha do bolo comemorativo do aniversário. A programação foi encerrada com um show da consagrada sambista Alcione, que foi realizado na quarta-feira 12 de dezembro, feriado em Ouro Branco, na Praça Santa Cruz.
A cidade de Ouro Branco é considerada uma das povoações mais antigas de Minas Gerais, para se ter uma ideia a construção da igreja matriz de Santo Antônio data de 1717. A cidade era distrito de Ouro Preto, mas foi emancipada, ou seja, tornou-se município independente somente em 1953.
A cidade ainda guarda bens históricos como a capela Nossa Senhora Mãe dos Homens e a Igreja de Santo Antônio de Itatiaia também são do século XVIII. Em Ouro Branco também se encontra a Casa de Tiradentes, situada à margem direita da Estrada Real.

Serra de Ouro Branco está ameaçada

A população de Ouro Branco deve se organizar e mostrar para os deputados estaduais que não está satisfeita com o Projeto de Lei 3405/2012, que dispõe sobre a remarcação da área e perímetro do Parque Estadual Serra de Ouro Branco. Os interessados podem se manifestar de várias formas, entre elas o email, pelo telefone (31) 2108-7240. Além disso, podem também se manifestar por meio das redes sociais.
Projeto de Lei 3405/2012 é do deputado Célio Moreira (PSDB) e altera a delimitação da área e perímetro do Parque Estadual Serra de Ouro Branco prevista no projeto original no qual foi embasado o decreto 45.180 em 2009 de criação do Parque Estadual Serra do Ouro Branco. Na ocasião foi definida uma área de 7.520,7888ha, sancionado pelo então governador Aécio Neves (PSDB).
O deputado se justifica argumentando que até o momento não houve a criação efetiva do Parque, tampouco ajuizamento de ações judiciais necessárias à desapropriação de imóveis que virão a integrá-lo, assim como os proprietários não foram indenizados. A região do Parque se encontra em estado de abandono, sujeita às intempéries climáticas, incêndios, queimadas e devastação.

Vale ressaltar que o parecer do Instituto Estadual de Florestas (IEF) é contrario a proposição do projeto e ainda assim a comissão de meio-ambiente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) deu parecer favorável ao projeto. 
Várias lideranças políticas da cidade já estiveram essa semana em Belo Horizonte para discutir a situação e encontrar saídas para que essa PL não seja aprovada.
A vereadora Nilma publicou em seu facebook, que esta indignada com o fato, que aconteceu depois de tantas lutas coletivas e de uma intensa mobilização popular e da constituição do parque a cidade de Ouro Branco que tanto esperou esteja preste a sofrer este golpe. “A importância que tem o parque extrapola as questões municipais, pois sua importância atinge os interesses do país e do planeta, devido a rara vegetação que este abriga”, diz.
Segundo ela, outro agravante caso este projeto seja aprovado é que o Estado estará abrindo um precedente para que haja situações de degradações em outros parques e reservas ambientais.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Referência de design e esportividade

Um automóvel compacto, bem equipado, de design moderno e extremamente ágil e veloz. Este é o JAC J2, um carro que não possui precedentes no mercado brasileiro. Apresentado oficialmente no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, em outubro, o modelo chegará à rede autorizada JAC Motors no início de dezembro.
Seguindo o DNA habitual da JAC Motors, o J2 é absolutamente completo. Tudo é de série: ar-condicionado, direção assistida eletricamente, vidros, trava central e retrovisores com acionamento elétrico, freios com ABS, air bag duplo e CD player com MP3. E isso não é tudo: rodas de liga leve aro 14, faróis de neblina e sensor de estacionamento traseiro também compõem o pacote de itens de série do J2.
Dotado de todos esses equipamentos, o J2 segue fielmente um dos principais valores da JAC Motors: a relação custo-benefício imbatível. “Além de todo o conteúdo de itens, que motiva o consumidor a adquiri-lo por aspectos racionais, o J2 ainda possui um design atraente, moderno, um estilo ´pop´, sem contar um desempenho exuberante para sua categoria. Temos grande expectativa de expandir nossa marca através desse modelo”, explica Sergio Habib, presidente da JAC Motors.
Diferentemente de outros modelos da marca, o J2 exigiu mudanças não só mecânicas e estéticas. Mas também passou por um profundo face-lift para ganhar ares brasileiros. Equipado com motor de 1 litro no mercado chinês, o J2 “brasileiro”, no decorrer dos testes de 1 milhão de km , ressentiu-se de maior área frontal para o sistema de arrefecimento. A grade original do radiador não admitia ar suficiente para resfriar o novo motor 1.4, o que exigiu um completo redesenho de grade e pára-choque dianteiro. Mencionadas as novas necessidades, o novo design do J2 foi elaborado pelo Centro de Design da JAC Motors em Turim, na Itália. Além de privilegiar linhas fluidas por intermédio da nova grade do radiador, conservando a identidade da marca na parte dianteira e acentuando a beleza das formas, a questão crítica de arrefecimento foi totalmente solucionada.
Os faróis foram mantidos do design original. Eles remetem ao formato de gota, realçando a personalidade orgânica do estilo do modelo, certamente um dos mais charmosos de todo o mercado brasileiro. Já as laterais receberam rodas de alumínio aro 14, calçadas em pneus 175/60, enquanto a traseira foi modificada na logotipia de identificação, no sistema de fixação do escapamento e nos materiais de acabamento internos do conjunto ótico.
Por dentro, entretanto, as modificações foram ainda mais profundas. Originalmente desenvolvido no Japão, no centro tecnológico da empresa em Tóquio, o painel de instrumentos, os bancos e os revestimentos de portas foram totalmente readequados ao gosto do consumidor brasileiro, através de uma equipe de designers e engenheiros que trabalha no Brasil.
Itens como cluster, console central e painel frontal do passageiro, além de insertos de acabamento nas portas, eram revestidos de materiais plásticos em cores vivas, ao gosto do mercado chinês. Para despertar o aguçado senso de exigência do cliente brasileiro, a equipe de designers da JAC Motors Brasil substituiu esses componentes por materiais escuros, com destaque para o console central e a régua de acabamento no painel frontal, que ganharam revestimentos de fibra de carbono. No quadro de instrumentos, a iluminação indireta é azul e toda a grafia dos mostradores foi alterada, enquanto as aletas de ventilação e as maçanetas internas das portas ganharam tons cromados.

Praticidade - O J2 tem ótimas chances de ser um carro bem aceito nos grandes centros urbanos. Não lhe faltam adjetivos para agradar aos clientes que residem nas cidades grandes. Compacto por fora, ele mede 3,53 metros de comprimento (43 cm mais curto que o J3). Nem por isso, é apertado por dentro. Tem 1,64 metro de largura, isto é, apenas 1 cm menor que seu irmão maior. Na prática, o compacto da JAC torna-se extremamente fácil de estacionar, pois é aquele carro que “cabe em qualquer vaga”, inclusive por contar com o apoio do sensor de estacionamento traseiro.
Mas essa praticidade não condena seus ocupantes, ao contrário. Tanto que, apesar do porte reduzido, ele acomoda cinco pessoas. Por ter uma altura bastante majestosa (1,475 m), ele é até 1 cm mais alto que o J3. Ou seja: a acomodação interna é ideal, sem qualquer sacrifício a pessoas com maior estatura.
 

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Grupo Nunes doa carro para a Asfa

O Grupo Nunes doou um veículo Saveiro semi-novo para Associação Civil Religiosa São Francisco de Assis (Asfa).  O veículo será utilizado para viabilizar um melhor serviço á comunidade.

De acordo com o gerente da entidade, Euclides de Souza Vieira, o veículo chegou na hora certa. “O outro veículo está na oficina há vários dias. A Asfa teve que alugar um veículo para honrar os compromissos e estava pagando R$ 100 de aluguel por dia”.
A Asfa é uma entidade que se baseia no princípio de que a promoção humana é feita por meio da capacitação da comunidade para obtenção de melhores condições de trabalho e automaticamente o resgate de sua cidadania.

A Asfa coloca-se como facilitadora, coordenadora, mantenedora e companheira no trabalho para atingir melhores condições de vida. Seus principais projetos são a creche Porta do Sonho, projetos agrícolas, artesanato, reciclagem, assistência social, pré escolar Nossa Senhora do Amparo, Projeto Padova e vários cursos profissionalizantes como marcenaria, informática, eletricidade básica e desenho técnico.

Grupo Nunes – O Grupo Nunes, que reúne quatro empreendimentos e é considerado um dos mais sólidos em sua área de atuação. Atende aos segmentos siderúrgico, têxtil, de mineração e cimenteiro.

Sesi promove rua de lazer

O Serviço Social da Indústria (Sesi) realizou no dia 24, uma Rua de Lazer e Artes literária na praça de eventos de Ouro Branco. Muitas crianças participaram de brincadeiras como cama elástica, pula-pula, oficinas diversas, além de jogos recreativos. 
De acordo com Luiz José Correadi, gerente do SESI de Ouro Branco, o objetivo da atividade era mostrar para a comunidade em geral, o que é o processo educacional do órgão. “Alem de tratar do pedagógico a gente trata do social, isso tudo alinhado com a saúde”, disse. 
O Sesi é uma instituição que visa o atendimento a indústria, aos industriários e também a comunidade. “O órgão oferece bolsa de estudo para os filhos dos industriários, que podem chegar até 70% do valor da mensalidade”, afirma. Hoje, a instituição, atende crianças desde o maternal, até o quinto ano do fundamental. “Para se ter uma ideia, o Sesi oferece tratamento odontológico gratuito para todo o aluno”, completa.
Para atender todas essas crianças, o espaço físico da unidade de Ouro Branco está em reforma que visa melhorias na sua infraestrutura. Em breve será inaugurada uma quadra poliesportiva oficial coberta, também haverá intervenções na pavimentação asfáltica das ruas que dão acesso a unidade. 
A unidade do Sesi, em Ouro Branco ganhou o 1º Prêmio Germinar de Educação Ambiental em 2011.Uma estação meteorológica, que possibilita aos alunos, a  pratica do controle do tempo foi o prêmio recebido.
Além da educação regular, o Sesi oferece também a Educação de Jovens e Adultos (EJA), por meio do tele-curso que funciona não só para a comunidade mas também para a industria.
Além disso, oferece de cursos direcionados para o foco familiar, como renda e orçamento familiar, gestão do controle de saúde. Na área de medicina, do trabalho que oferece atendimento a indústria, o Sesi oferece cursos de ginástica laboral que atende também a indústria e se necessário a comunidade, com capacidade para atender 250 alunos.
Havendo demanda para cursos de corte e costura, corte de cabelo e tratamento facial, a instituição tem condições para atender.
Serviço: Em Ouro Branco, a unidade do Sesi fica na Estrada da Fazendinha S/Nº  - Bairro 1º de Maio. Telefone: 3742-2552.




terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Prefiro Tatu Bola

No último domingo, o Fantástico divulgou o resultado de um concurso realizado pela Fifa para escolher o apelido para o tatu bola,  mascote  da Copa do Mundo. Fuleco, esse foi o apelido escolhido por 48% dos votantes. Fiquei decepcionado.
Até então, da Fifa tinha  brilhado quando o assunto foi a escolha do mascote da Copa.   A escolha do tatu bola, que concorria com onça, arara e jacaré, foi brilhante. O animal que tem o formato de uma bola é perfeito para ser o mascote desse evento que tem a bola como símbolo.
Outro fato importante que me fez aprovar a escolha deste animal, era que a iniciativa de transformar o tatu-bola em mascote partiu da Associação Caatinga, sob o argumento de que esta visibilidade ajudaria a divulgar a possibilidade de extinção deste animal, que só existe no Brasil. Esperava-se encontrar interessados em contribuir com verbas para o projeto da ONG cearense que tenta proteger esta espécie.
Tudo estava perfeito até aparecer esse apelido ridículo. Tudo bem que este nome é a junção de futebol e ecologia e reflete a paixão pelo futebol e a preocupação com o meio ambiente, mesmo assim para mim não colou.
Minha indignação não é solitária, basta ficar cinco minutos conectados as redes sociais para sentir que muitas pessoas também não gostaram. Existe até mesmo uma campanha que quer conseguir o máximo de compartilhamentos contra esse apelido, para que os organizadores voltem a chamar o nosso mascote pelo nome original. Sinceramente, eu espero que essa campanha de certo. Fuleco coisa nenhuma, o nome dele é tatu bola.