segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

PC do B cria Comissão Provisória em Ouro Branco

A deputada Federal Jô Moraes, pelo Partido Comunista do Brasil (PC do B), esteve reunida com filiados do partido em Ouro Branco no dia 14 de dezembro. Além dela estavam presentes ainda, o vice-prefeito de Ouro Branco Palomar Vargas, os vereadores Nilma Aparecida, Charles Gomes, Rodrigo Balão, e João Fraga presidente do PSD. O encontro aconteceu na choperia "House of beer"
  Na oportunidade, houve a apresentação dos componentes da Comissão Provisória do PC do B no município. A Comissão é formada por wallacy Menezes, presidente; Valéria de Melo, secretária de organização e Leandro Nunes Lopes, tesoureiro.
  Segundo Valeria Melo, presidente da Comissão Provisória, uma das principais metas do partido nas próximas eleições municipais é eleger vereadores no município. “O partido está se reestruturando na cidade e com essa nova comissão, temos certeza que teremos representantes no legislativo em 2016”, afirmou. Ela ainda disse que expectativa é fortalecer o PC do B na região, uma vez que este local é muito importante no estado.
 
O partido tem o objetivo de ter candidatos a prefeito e vereadores nas próximas eleições. Para o cargo de prefeito partido está disponibilizando o nome de Valéria de Melo como pré-candidata. Para o legislativo, ainda esta sendo aceitas filiações, e já existe bons nomes para concorrer a uma vaga na Câmara.
  A presidente da Comissão Provisória do PC do B em Ouro Branco lembra que o prazo para se filiar para concorrer às eleições de 2016 vai até o dia 2 de abril.  O partido tem hoje 170 filados e aguarda novos registros.
  De acordo com Jô Moraes, o partido defende a manutenção do processo democrático e não concorda com a forma como o presidente da câmara, Eduardo Cunha, conduziu o processo de Impeachment. “O que o país precisa é de um movimento suprapartidário. Precisamos unir forças.
Serviço:
Para se filiar, ligue Wallacy Menezes (31) 99225-5001, Divino Veloso (31)9989-4283 ou Valéria de Melo (31)98846-6430







domingo, 3 de janeiro de 2016

Congonhas tem novo museu

Milhares de pessoas acompanharam a inauguração do Museu de Congonhas no dia 15 de dezembro. Entre as autoridades recebidas na cidade pelo prefeito Zelinho, a primeira-dama Miriam Schwab e o vice Arnaldo Osório, estiveram a presidenta Dilma Rousseff, o ministro da Cultura Juca Ferreira, o governador em exercício e presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) Pedro Bitencourt Marcondes e o Cônego João Francisco Ribeiro. Apesar da expectativa que havia por manifestações pró e contra a presidenta, o evento transcorreu em clima de tranquilidade que só foi interrompido por alguns gritos de protesto no início do evento.
  O Museu de Congonhas foi construído em uma parceria da Unesco, Iphan e Prefeitura de Congonhas e patrocínio da Vale, Gerdau, CSN, BNDS, Banco Santander. Colaboraram para esta realização também a Arquidiocese de Mariana e a Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
  A presidenta Dilma Rousseff recebeu das mãos do prefeito Zelinho e do diretor-presidente da Fundação Municipal de Cultura, Lazer e Turismo (Fumcult), gestora do Museu, Sérgio Rodrigo, um terço e uma santa cruz, que a exemplo de outros souveniers representativos da cultura de Congonhas serão comercializados no receptivo do novo equipamento, e livros sobre o Patrimônio Histórico local. Além disso, Dilma foi condecorada com Comenda Antônio Francisco Lisboa (Aleijadinho), que será entregue a outras personalidades no dia 17.
  Anfitrião da festa, o prefeito Zelinho em seu discurso agradeceu os parceiros da construção do novo monumento e afirmou que estava sendo uma honra receber a presidenta Dilma em Congonhas. E seguiu: “Recebo em nome do meu povo e da minha terra esta obra monumental que representa o marco na história da cultura e arte do Brasil. Nele se preservará a memória de uma cidade, a fé de um povo, a consciência da história de Minas e do Brasil e representa a luta pela preservação do maior conjunto estatutário do barroco das Américas. Sinto-me emocionado e orgulhoso e agradeço a Deus o privilégio de vê-lo concluído e entregue à cidade e ao mundo em nosso governo”, admitiu.
  Dilma iniciou seu pronunciamento se dirigindo aos congonhenses. “Cumprimento o povo de Congonhas, cidade que é a pátria histórica do Brasil” e aos componentes do Coral Cidade dos Profetas que executaram o Hino Nacional Brasileiro, ao som de violino e da voz da cantora Carmem Célia, e fizeram uma apresentação para ela durante sua visita ao Museu. Sobre a inauguração, comentou: “O Museu de Congonhas, me disseram, é um sonho que demorou 12 anos para se tornar realidade, pelas mãos de muitas pessoas e sobretudo com uma grande capacidade de superar desafios dos órgãos e pessoas envolvidas neste processo. Este equipamento é de extraordinária importância, criando várias possibilidades para a cidade e a região”.
  Ele ainda ressaltou que o museu foi criado em função da existência do Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, que um Patrimônio Cultural Mundial, e trará mais conhecimento sobre um período cultural rico, que contou com nomes como Aleijadinho e Mestre Ataíde, dois grandes artistas da história do nosso País, e sobre as expressões religiosas relacionadas à devoção ao Bom Jesus de Matosinhos. “A intenção é transformar o Museu em um centro de referência para estudo do Barroco e da Pedra Sabão. Muitas outras iniciativas virão com objetivo de conservar e preservar monumentos em pedra, em especial os de pedra-sabão”, ressaltou
  A presidenta ainda fez questão de abordar que nos 30 anos do título de Patrimônio Cultural Mundial do Santuário, é simbólico que ela estivesse na cidade inaugurando este Museu, que se torna outro Patrimônio. “Criado com destacada participação da Prefeitura, o Museu existe pela importância dada pelo povo de Congonhas e pela força empenhada por ele na preservação de seus monumentos”, comentou a presidenta, lembrando ainda todo o trabalho conjunto de tentativa de preservar as estátuas dos profetas, as capelas, as imagens das cenas dos Passos da Paixão e os jardins.
  A presidente do IPHAN, Jurema Machado, aponta uma função que o Museu poderá vir a ter no futuro, mas que, antes de ser exercida, será necessária a realização de mais estudos e um amplo debate. “Nós achávamos importante fazer este Museu para justamente ganhar a confiança da população de Congonhas, que sempre viu com um certo receio a retirada dessas peças por acreditar que a cidade era pequena e que uma cidade maior, um grande museu pudesse, vamos dizer, roubar essas peças da cidade de Congonhas. Isso é absolutamente impossível, tecnicamente inadequado e indesejável, politicamente inviável, socialmente injusto. Ou seja, hoje nós temos um equipamento que é capaz de dar a conservação necessária para essas peças, e se necessário recebê-las em algum momento no futuro”, afirma.
  O representante permanente da Unesco no Brasil, Lucien Muñoz, disse que, “considerando a riqueza do Patrimônio Cultural do Brasil, a Unesco renova seu compromisso de continuar trabalhar pela valorização deste tesouro. Neste contexto, a participação da implementação do Museu de Congonhas tem sido uma rara oportunidade para poder desenvolver respostas concretas aos desafios de uma proteção de um sítio de Patrimônio Mundial tão belo como o que temos aqui em Congonhas, num marco de oportunidades, mas também de ameaças do desenvolvimento e de uma sociedade contemporânea que está em franca transformação”.
 Também marcaram presença à cerimônia o reitor da Basílica do Senhor Bom Jesus de Matozinhos, Cônego Leocádio, Padre Pinto Benedito da Roca, Reitor Emérito da Basílica, o presidente da Câmara Municipal, Vagner Luiz de Souza (Coelhinho), a coordenadora de Cultura da Unesco no Brasil, Patrícia Reis, os secretários de Estado de Cultura, Ângelo Oswaldo, e de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania, Nilmário Miranda, deputados federais e os ex-prefeitos Gualter Monteiro, que assinou o convênio para construção do Museu juntamente com o ex-ministro da Cultura Gilberto Gil, e Anderson Cabido, este em cujo governo a obra do Museu teve início, Dr. Marcos Paulo, coordenador da Promotoria do Patrimônio Cultural e Turístico de Minas Gerais, Padre Pinto Benedito da Roca, Reitor Emérito da Basílica, além de prefeitos da região, deputados estaduais e federais.
  Opinião popular - Além de fomentar a cultura, preservar a memória e incentivar a atividade turística da cidade, o Museu de Congonhas também incentiva a educação. O diretor de Pesquisa e Extensão do IFMG, Rodrigo de Oliveira Gomes, destaca que o instituto tem uma parceria com a Fumcult para desenvolver projetos. "O Museu é uma obra de grande importância para a cidade. Enquanto instituição de ensino, precisamos estreitar esses laços. Pensamos justamente no conhecimento para além da sala de aula, fazendo interlocução com a área de arte, história, cultura e desenvolvimento tecnológico. Tentamos desenvolver outras possibilidades de conhecimento", diz.
  Para o morador da Vila São Vicente, o vigia Marco Aurélio Alves, o museu será bom "para a população, os estudantes e a religiosidade, além de melhorar o turismo. A expectativa é de que ele seja algo positivo para a cidade".
Já a auxiliar de enfermagem, Eneas da Silva Santos, compareceu à cerimônia para não só celebrar a inauguração do Museu de Congonhas, mas também ver a presidente Dilma. "A vinda dela é boa para a cidade. O Museu é muito importante. Ainda não visitei, mas estou ansiosa pra vê-lo", completa.
  A instituição ficará aberta ao público, de terça a domingo, das 9h às 17h; e quartas, das 13h às 21h. Ingressos: R$ 10. Haverá visitas mediadas oferecidas a grupos espontâneos. Informações: (31) 3731-3056.





terça-feira, 29 de dezembro de 2015

FAN BH comemora 20 anos com uma das suas maiores e mais significativas edições

Fonte: Festival de Arte Negra
Entre os dias 25 e 29 de novembro, Belo Horizonte tornou-se a capital da cultura e arte de matriz africana. A celebração dos 20 anos do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte (FAN BH) aglutinou artistas, produtores, pensadores e público de todas as partes da cidade em um verdadeiro “Encontro” – tema que norteou toda a programação do evento – da multiplicidade da arte e da cultura negra. O evento recebeu cerca de 90 mil pessoas nos cinco dias de festa, com programação compartilhada em diversos espaços – Parque Municipal, Praça da Estação, Viaduto Santa Tereza, CCBB, Memorial Minas Vale, Teatro Marília, Teatro Francisco Nunes, Sesc Palladium, Academia Mineira de Letras, Biblioteca Infantil e Juvenil, Centro de Referência da Moda, dentre outros.
  Foram 29 espetáculos musicais, 17 apresentações teatrais, 9 exposições, Encontro Literário, Feira de Livros, 7 debates, 7 oficinas, 35 exibições de filmes, 5 intervenções urbanas,cerca de 40 empreendedores de moda, arte, artesanato e beleza no Ojá, e 15 líderes religiosos de diferentes crenças ligados às religiões de matriz africana, católica, evangélica, muçulmana e judaica, que participaram do Ubuntu – Encontro da Diversidade Religiosa. O FAN BH reuniu cerca de 120 atividades ligadas a arte e cultura negra, que contaram com a participação de mais de 500 artistas, palestrantes e ativistas. Além disso, envolveu cerca de 150 profissionais, a maioria negros, entre gestores, técnicos, produtores e equipe de apoio.
  O FAN BH foi criado em 1995, no tricentenário de Zumbi dos Palmares, com o objetivo de dar visibilidade à vigorosa produção cultural dos povos africanos e seus descendentes. A oitava edição celebrou seus 20 anos de existência em um momento icônico, ocorrendo justamente no primeiro ano da Década Internacional dos Afrodescendentes, cujo período é de janeiro de 2015 a dezembro de 2024. Trata-se de uma resolução da ONU, firmada em Assembleia Geral no ano de 2013, cujo objetivo consiste em promover o respeito, a proteção e a realização de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais de afrodescendentes, como reconhecidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos.


segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Victor e Adriane se casaram em cerimônia emocionante

  O dia 14 de novembro marcou a vida do casal Victor Ramati e Adriene Basílio Ramati. Eles se casaram em emocionante cerimônia e celebrada pelo Pastor Elias, na Igreja Presbiteriana, do bairro Centro, em Ouro Branco. Todos os detalhes da cerimônia foram cuidados pessoalmente pelos noivos.
  Com um vestido branco moderníssimo, a noiva exuberante entrou na Igreja pontualmente ás 20h10 e os convidados, assim como todos os familiares, não seguraram a emoção quando o pai da noiva Pedro Basílio entregou sua filha ao noivo. Algumas pessoas não seguraram as lágrimas.   Entre os mais de 370 convidados estavam parentes e amigos, os noivos escolheram sete casais de padrinhos para cada lado, todos familiares e amigos. Todos eles viram os noivos solteiros pela última vez, casados pela primeira vez e os-verão felizes para sempre.  Os pais do noivo Itamar de Oliveira Moreira e Ubiranice de Oliveira e os pais da noiva Pedro Basílio e Fátima Basílio, e todos os outros familiares que se conhecem há mais de 10 anos, uma vez que as duas famílias professam a mesma fé, ou seja, pertencem a mesma igreja, onde aconteceu o casamento. Os noivos se conhecem há mais de dez anos, desde quando eram crianças, contudo namoravam somente há cerca de dois anos e em seguida decidiram se casar e compartilhar toda a sua vida.  








quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Foi porque eles eram negros

  Já passou semanas, mas ainda estou indignado com o assassinado dos cinco jovens, que tiveram o carro metralhado por policiais no Rio de Janeiro, no sábado passado.  Além da indignação, também tenho a certeza de que eles morreram porque eram negros. Se fossem brancos, a polícia não tinha agido daquela forma. Em nossa sociedade a cor da pele define se a pessoa vale ou não alguma coisa.
  Apesar de a imprensa ter divulgado que dois deles já tinha passagem pela polícia, eles não eram procurados e saíram de casa para fazer um lanche para comemorar o primeiro salário que um deles tinha recebido e tinham programado de ir à praia domingo quando foram surpreendidas pelas dezenas de tiros disparados por policiais militares. A crueldade foi tamanha que a família de Wilton, que é uma das vitimas, chegou ao local e o encontrou ainda agonizando, mas os policiais não deixaram que eles socorressem o rapaz porque não poderia alterar a cena do crime.
  Além disso, as primeiras testemunhas que chegaram logo após o crime dizem que os policiais tentaram forjar um auto de resistência. Disseram que não poderia alterar a cena do crime, mas pegaram a chave do carro, abriram a mala do carro e colocaram lá dentro uma pistola de mentira. Eles não eram criminosos e mesmo se fossem, os jovens de Costa Barros não podiam ter sido fuzilados. Estavam desarmados, não ameaçaram os policiais. Tinham de 16 a 25 anos.
  O racismo brasileiro é tão grande que num primeiro momento, o comando do 41º BPM emitiu nota informando que apenas tinha aberto um Inquérito Policial Militar (IPM) para esclarecer as circunstâncias da ocorrência. Ficou parecendo que matar negro no Brasil não é crime.  Somente dias depois e por pressão da sociedade é que os policiais foram presos. Fiquei triste ao observar como demorou a cair o comandante do 41º Batalhão da PM, ao qual pertencem os policiais. Para mim só tem uma certeza, eles morreram porque eram negros.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Cunha rasga a Constituição

  Diante da movimentação de deputados petistas pela aceitação do processo que pedia a cassação de Eduardo Cunha no Conselho de Ética, o presidente da Câmara anunciou, com toda a pompa e com direito a show midiático, que deu prosseguimento ao pedido de impeachment contra Dilma.
  Para alguns juristas, Eduardo Cunha rasgou a Constituição Brasileira e não é a primeira vez que ele fez isso. Já faz algum tempo que estamos assistindo, de forma passiva, as manobras deste político que não é fiel á democracia.  Ele é réu da Justiça, formalmente acusado pelos crimes de corrupção, evasão fiscal e lavagem de dinheiro. Cunha é um representante dos "podres poderes" que ao longo do último ano impôs ao Congresso uma agenda de atraso civilizatório, perda de direitos, conservadorismo, ódio, preconceito, machismo e agora coloca o país à beira do abismo institucional apenas por necessidade própria.
  Mas ficou claro para todos que a indicação do impeachment da Presidenta Dilma foi uma chantagem, uma vez que não existe um único fato jurídico ou criminal que justifique a abertura de um processo de tamanha importância como um impeachment, o que estamos presenciando é a instalação de um golpe histórico movido por puro ódio, rancor e vingança. Diferentemente da Presidenta, Eduardo Cunha está sim acusado de gravíssimos crimes e por meio de sua chantagem, ele assinou seu atestado de culpa e mau-caratismo diante de todo um país.
  Se alguém ainda precisava de provas de apreço de Cunha pela democracia, esse é o indício mais profundo de que, para conseguir o que deseja, Cunha joga suas cartas de acordo com seus interesses. Ao fazer isso, ele entrará para a história política brasileira como uma das personalidades mais maquiavélicas que já pisaram o nosso parlamento. Não há muito a se esperar de uma personalidade que não hesita em mentir, chantagear, ameaçar, ocultar, usar o cargo em benefício próprio e tomar o Executivo, o Legislativo e a República toda de reféns para salvar sua própria pele.
  Estou extremamente indignado, como todo brasileiro e toda brasileira deveriam estar nesse momento, independentemente de minha opinião sobre o governo da presidenta Dilma Rousseff. Sim, independentemente disso. Neste momento não é o governo Dilma que está em discussão. O impeachment é um remédio drástico, só aplicável em última instância, quando existe crime de responsabilidade. E não é o caso.
  Cunha e seus aliados não podem usar a insatisfação do povo com o atual Governo (em parte, muita por causa dele e de seu partido) para que se aceite um claro golpe contra a democracia. Sinceramente ainda tenho a esperança que á área progressista do Congresso se una para lutar pela democracia e contra o golpe.  Que o tiro saia pela culatra.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Encontro prepara profissionais de reserva

   No dia 20 de novembro do corrente, foi realizado o 7º Encontro do Programa de Preparação para a Reserva (PPR), no Restaurante Pé da Serra em Itaverava, onde foi exibido e discutido o filme "Um Sonho de Liberdade", dentro da programação realizada pela capitão Rosemary dos Santos Peixoto.
  Na ocasião esteve presente a tenente Grasiela Monteiro Diniz, que fez a entrega de um Certificado de Reconhecimento de Bons Serviços Prestados a PMMG em especial ao 31º BPM, ao segundo sargento Paulo Henrique Alves, que foi transferido para a Reserva Remunerada.
  No mês de dezembro, durante a confraternização natalina, compartilharão também os familiares de cada participante.